segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

A Guerra da Paixão

As Artimanhas e os Truques Ardilosos das Mulheres no Amor



Muito se tem escrito sobre a perfídia dos homens e pouco se tem escrito
sobra a perfídia das mulheres. Sem negar de modo algum a existência de um lado
superior, maravilhoso, paradisíaco e divino no feminino e nem tampouco o lado
negativo do masculino, venho agora tentar suprir esta carência clarificando um
pouco o que falta.
Há na mulher duas instâncias: uma superior e outra inferior. O lado superior
corresponde à Mulher autêntica; o lado inferior corresponde à fêmea humanóide
animal. Sobre a maldade da fêmea animal as pessoas não costumam falar muito, é
um tabu. Todo aquele que se atreve a apontar as crueldades e debilidades
femininas é imediatamente rotulado como um simples machista retrógrado e
misógino. Infelizmente, as mulheres atuais em grande parte estão polarizadas
negativamente na relação com os homens, nem sempre dando voz à parte superiore boa que há nelas. As verdadeiramente sinceras, que também existem, estão perdidas no meio da multidão e não podem ser encontradas facilmente porque as espertinhas se fazem passar por honestas1. Como aquelas que não servem para o casamento são dissimuladas e juram pela alma que são fiéis, honestas e sinceras, as poucas que serviriam para uma relação séria e estável não podem ser
detectadas sem grande dificuldade. Mulheres (e homens) sinceras no amor nunca foram abundantes ao longo da história mas nos dias de hoje estão em rápida extinção, desaparecendo velozmente devido à decadência do mundo atual2.
Reconheço que muit(o)as se enfurecerão comigo por ter escrito sobre as
mulheres verdades que tentam esconder a todo custo. No entanto, digo aos furiosos que as estou ajudando pois denuncio traços comportamentais que prejudicam não somente seus parceiros e pretendentes mas inclusive elas próprias. Aponto as fraquezas do sexo feminino e do masculino, bem comos meios pelos quais os homens malintencionados podem quebrar-lhes a resistência e vencê-las, sendo evidente que as estou auxiliando a se conhecerem e a se protegerem contra os nefastos efeitos de suas próprias maldades. Além disso, forneço subsídios experienciais para que possam aconselhar e orientar filhos, irmãos e outros parentes do sexo masculino contra o perigoso magnetismo da paixão. Acrescentese que não creio que todas as mulheres sejam más. Aos críticos, sugiro que refutem minhas idéias ao invés de depreciá-las.
Sou defensor da monogamia, da fidelidade conjugal e da família. Escrevi
este trabalho para os sinceros que são derrotados na guerra da paixão e não
conseguem dominar a relação com suas esposas, namoradas, companheiras e/ou
parceiras. Meu público-alvo são também os fortes que não temem a verdade, os
fracos que querem fortificar-se e os valentes que não querem perder o tempo sendo trapaceados. Em suma: escrevo para aqueles que gostam de refletir por si mesmos, almejam ir além dos joguinhos ludibriadores e buscam um relacionamento realista, baseado na verdade crua e não em ilusões, mentiras, enganos, fraudes, trapaças, sonhos, manipulações e romantismos tolos. Somente estes se darão bem ao aplicarem meus conhecimentos. Aqueles que tentarem aplicá-los com finalidades egoístas ou más intenções, tais como seduzir para enganar, transformarem-se em “machos-alfa” garanhões, manipular mulheres etc. obterão resultados opostos aos desejados. Não escrevo para pessoas imaturas, que não diferenciam a crítica da
raiva, que não querem uma relação estável, que estejam procurando alguém que hes diga o que fazer ao invés de pensarem e decidirem por si mesmos. Não sou e nem desejo ser mestre de ninguém, não procuro discípulos, nem admiradores, nem seguidores. Procuro apenas leitores sinceros e amadurecidos para questionar, de maneira sóbria e crítica, as crenças e os paradigmas hegemônicos. Se você não é um desses, feche este livro porque a mensagem não é para você.
Nosso propósito é descobrir os verdadeiros sentimentos e intenções da mulher para não perdermos tempo com as insinceras. Também não é nossa meta gerar atração nas indiferentes e nem tampouco conquistá-las mas sim identificá-las rapidamente e dispensá-las. Partimos do princípio de que não devemos correr atrás daquelas que nos esnobam ou rejeitam e nem tampouco perder o tempo tentando gerar nelas atração. É mais eficiente e rápido encontrar as menos insinceras.
Não nego que os machos possuem uma sombra perigosa6 mas aqui a meta foi descrever a sombra do feminino e não me desviarei deste propósito.

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3 Entretanto, as contradições comportamentais atendem a objetivos defensivos (e às vezes ofensivos) ao paral i sarem a ação do homem.
4 A obsessão pela continuidade do interesse masculino, que Francesco Alberoni descreve. Trata-se de uma tendência instintiva e natural, um mecanismo do inconsciente para preservação e domínio, do qual a mulher somente pode ser considerada culpada quando fica passiva diante do mesmo. Mulheres que assimilam este instinto e o superam se tornam virtuosas, sinceras, compreensivas e são verdadeiras pérolas.
5 Este lado obscuro do homem motiva um ressentimento i nconsciente ancest ral.
6 Pode ser que no futuro eu aprofunde o lado obscuro masculino, mas não garanto que o farei .
Por: Nessahan Alita (codinome)
Reflexões Masculinas sobre a Mulher e o Amor


Há pouco tempo atrás, eu disse publicamente que não escreveria mais. Entretanto, a necessidade me obrigou a aprofundar mais alguns pontos dos livros anteriores que não estavam muito bem entendidos e precisavam ser aclarados. As dúvidas freqüentes levantadas pelos leitores e as muitas discussões evidenciaram a necessidade de mais um trabalho a respeito de como devemos nos portar em relação ao psiquismo feminino. Este pequeno e-book visa preencher algumas lacunas que restaram dos livros anteriores. Além disso, é também uma resposta às recentes provocações de Amy Sutherland que, à semelhança de Karen Salmanshon, em seu livro ensina às mulheres a arte de adestrar o homem. Portanto, aqui estão mais alguns conhecimentos complementares que nos auxiliarão a desarticular as artimanhas manipulatórias femininas utilizadas para vencer o jogo da paixão, para nos "adestrar" e também para nos agredir nos sentimentos. Este livro, assim como os anteriores, não foi escrito para pessoas imaturas, inexperientes, que busquem concepções fixas ou que estejam à procura de alguém que lhes ordene o que fazer. Foi escrito somente para aqueles que pensam criticamente por si mesmos e que tenham ou busquem relações estáveis (e sejam, portanto, pessoas amadurecidas e adultas). Se você está procurando um corpo de doutrina para submeterse, jogue este livro fora pois ele não foi escrito para você. As sugestões aqui contidas devem ser recebida criticamente. http://www.4shared.com/file/76492655/df72ac2/ComoLidarcomMulheres-NessahanAlita.html

Por: Nessahan Alita (codinome)

Apontamentos sobre o perfil comportamental feminino nas
relações com o homem



Neste trabalho retratarei o lado negativo, a face obscura, destruidora e fatal do feminino, a qual infelizmente corresponde nos decadentes dias atuais à esmagadora maioria das mulheres. Não abordarei seu lado divino e celestial mas apenas o aspecto infernal e monstruoso, o qual deve ser vencido para que a mulher nos entregue as chaves do paraíso. As mulheres são seres deliciosamente terríveis, de dupla face, que nos fazem sofrer terrivelmente. Atormentam-nos com seus jogos contraditórios e incoerências, nos levando à loucura. Quando as vencemos, elas nos presenteiam com os segredos que reservam aos eleitos. Como tenho visto muitos homens sofrerem nas mãos dessas deliciosas criaturas, resolvi compartilhar o conhecimento que adquiri em duras experiências. Quando eu era jovem, não entendia porque certos filósofos e escritores diziam que necessitávamos nos desapegar das mulheres. Os considerava injustos e discordava. Hoje os entendo perfeitamente e concordo com tudo o que disseram Nietzsche, Schopenhauer, Maquiavel, Eliphas Lévi e outros sábios. As advertências da Igreja na Idade Média, do Alcorão, da Bíblia e de outros livros sagrados contra esses seres simultaneamente maravilhosos e malignos não são gratuitas. O jogo da paixão é uma batalha de sentimentos em que a mulher tenta incansavelmente vencer usando como armas as carências afetivas e sexuais do homem. A intenção é conquistar o nosso coração para dispor, deste modo, da subserviência que se origina do estado de apaixonamento. Os princípios que aponto se aplicam de forma geral a todas as relações de gênero: à paquera, ao namoro e ao casamento, entre outras "modalidades". As informações foram coletadas junto a mulheres do Brasil nas décadas de 80, 90 e neste princípio do século XX. Correspondem a tendências comportamentais mais ou menos generalizadas, com raras exceções. Nada posso afirmar com certeza a respeito do que estiver fora deste contexto. Basicamente, me empenhei em descrever as estratégias femininas para ludibriar o homem, acorrentando-o, os erros que normalmente cometemos e as formas de nos defendermos emocionalmente. Espero não ter chocado o leitor por ter, como Maquiavel, tratado apenas das coisas reais e não das coisas ideais. A realidade do amor não é bela e difere totalmente do que gostaríamos que fosse. Não maldigo as mulheres: julgo e condeno friamente suas atitudes à pena de morte por serem imperdoáveis e por saber que, na guerra do amor, a piedade não existe, infelizmente. Não as criei, apenas as descrevo como são, sem máscaras ou evasivas. O complexo e confuso mundo feminino preciso ser abordado de forma crua, direta e objetiva para ser compreendido.
Por Nessahan Alita (codinome)
Princípios de Nessahan Alita
Nessahan Alita



1. A maldade e a bondade existem em ambos os sexos, minha atenção sobre a maldade feminina é apenas uma questão de foco e de necessidade para estes tempos decadentes;

2. Não condeno as mulheres mas sim suas atitudes e comportamentos nos dias atuais;

3. Minhas críticas se limitam às mulheres que tive a oportunidade de observar em minha vida, e não se estendem a todas as mulheres da Terra (e portanto quem foi que autorizou qualquer analfabeto a concluir que eu generalizo este ponto?);

4. Os comportamentos femininos criticados por mim são, em sua maioria, inconscientes, (portanto, a crítica visa, além de prevenir os homens, sacudir as mulheres e chocá-las para ver se, quem sabe, alguma acorde e tome consciência do que faz);

5. A meta dos meus textos é ajudar os homens e não prejudicar as mulheres, pois as duas coisas são totalmente distintas e estão separadas (somente misóginos e androfóbicos espertinhos é que tentam confundir as duas coisas de propósito);

6. Devemos ter atitudes corretas e idôneas para que a razão sempre esteja do nosso lado (isso vale não só para o namoro, mas também para as guerras ideológicas);

7. Estou a favor das coisas certas e não das coisas erradas, e não abrirei mão disso;

8. Não aprovo a maldade;

9. Não devemos ser maus e nem promíscuos mas apenas adquirir certas características comportamentais que homens com este perfil possuem sem, no entanto, sermos iguais a eles, pois o caminho que seguem é destrutivo para todos, inclusive para eles próprios;

10. Defendo a família, a fidelidade conjugal e a sujeição das esposas e filhos à autoridade do homem;

11. O homem tem a responsabilidade de exercer sua autoridade para o bem e não para o mal, e deve pagar duramente se utilizar de sua autoridade para cometer quaisquer abusos;

12. Devemos aceitar os defeitos das mulheres sem nos revoltarmos;

13. Devemos deixar as mulheres absolutamente livres para fazerem o que quiserem, apenas devolvendo-lhes as consequências de suas atitudes caso sejam abusivas (devolução que não deve ser freada pelo medo do que poderá acontecer, nem mesmo de que o namoro ou casamento vá para o buraco);

14. As prostitutas não são vadias, porque revelam o que querem e para que estão disponíveis;

15. Uma vadia é uma mulher que brinca com os sentimentos mais caros de um homem sincero e não as demais;

16. Sou a favor do machismo consciente e esclarecido, e não do machismo irracional e violento (machismo dogmático extremista), o qual é uma praga abusiva que reforça o nazifeminismo, tirando a razão do homem.